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Sexóloga não tem dúvidas

A crise financeira também não é boa para o sexo

14.10.2010 - 14:24 Por Lusa

<p>A crise afecta sexualmente mais umas pessoas que outras</p>

A crise afecta sexualmente mais umas pessoas que outras

 (Miguel Madeira)
O sexo pode ser uma “coisa boa” para esquecer a crise, mas a verdade é que, em momentos de grande instabilidade, o desejo também fica em défice e os casais tendem a não o praticar, segundo a sexóloga Marta Crawford.

Marta Crawford não tem dúvidas de que “o sexo pode ser afectado pela crise”, apesar desta ser “vivida com mais intensidade por umas pessoas do que por outras”.

“Apesar da pessoa poder viver um momento de descontracção que dá energia e bem estar e, além disso, não tem custos, a verdade é que em momentos de grande preocupação, principalmente as mulheres rejeitam este tipo de intimidades”, disse.

Marta Crawford, autora de vários livros sobre sexo, explicou que a crise e a instabilidade provocada por sucessivas más notícias levam muitas mulheres a perder o desejo sexual.

Esta postura também é adoptada pelos homens, mas estes têm, contudo, outra capacidade: “Usar o sexo para se sentir bem, ainda que por breves momentos, e esquecer o que está mal”.

No entanto, sublinhou a especialista, “também há muitos homens que vivem muito mal esta ansiedade e que ficam com problemas de disfunção eréctil”.

De uma forma geral e perante a crise, o desemprego e as dificuldades económicas, o desejo fica em baixo, apesar de Marta Crawford achar que, nestas alturas, “devia ser o contrário”.

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Comentário + votado

Sexu e crize

A Marta que não se preocupe. Nós os portugueses já nem ... mas somos .... todos os ...

Anónimo

14.10.2010 22:32