Administração da CGD decidida em assembleia geral após as eleições 
29.03.2011 - 17:41 Por Luciano Alvarez, Luís Villalobos
Faria de Oliveira está no cargo desde 2008
(Fabio Teixeira )O Governo confirmou os poderes de gestão do actual conselho de administração do banco público, mas terá de haver uma assembleia geral até 30 dias depois das eleições, de modo a confirmar, ou não, se haverá um segundo mandato.
No documento a que o PÚBLICO acedeu, datado de 25 de Março (dois dias após José Sócrates ter anunciado que tinha pedido a demissão), o representante do accionista Estado, Pedro Vasquez, avançou com uma deliberação onde se define que haverá a "realização de uma assembleia geral da CGD para confirmação do mandato dos membros do Conselho de Administração", isto "no prazo máximo de 30 dias após o início de funções do novo Governo".
Uma vez que, nessa altura, já o representante do Estado, por via do Governo, poderá ser outra pessoa, será nessa data que ficará estabelecido se os actuais gestores se mantêm no cargo.
A actual administração, liderada por Faria de Oliveira (ex-ministro de Cavaco Silva), terminou no final do ano passado o mandato que iniciou em 2008. Em circunstâncias normais, a assembleia geral deveria realizar-se em Abril.


