Carvalho da Silva entende a manifestação da função pública como uma antecâmara da greve de dia 24
(Raquel Esperança)O secretário-geral da Intersindical defendeu hoje a adesão à greve geral de dia 24 como a mais importante das últimas décadas para dar perspectivas de futuro aos jovens e também para castigar “uma certa burguesia”.
Intervindo no comício final da manifestação da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública em Lisboa, Carvalho da Silva afirmou que a greve geral marcada para dia 24 era “necessária acima de tudo para criar perspectivas aos mais jovens”.
“Esta greve geral é, nas últimas décadas, a luta dos trabalhadores que dá mais sentimento de futuro”, afirmou, frisando que a greve “é para criar perspectivas e responder às necessidades das jovens gerações” ao defender o “direito ao trabalho e ao salário e não apenas a um subsídio de subsistência”.
O protesto, indicou, servirá também para “instabilizar uma certa burguesia que no espaço privado e do Estado deita escandalosamente a mão a uma riqueza que pertence a todos”.



