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ACEGE: Mário Lino deve demitir-se

Inquiridos consideram que houve interferência política na apresentação da lista liderada por Santos Ferreira

Empresários e gestores cristãos criticam actuação do Banco de Portugal no caso BCP

11.01.2008 - 16:03 Por Ana Rute Silva

<p>77 por cento dos gestores cristão dizem que o Banco de Portugal actuou mal neste caso</p>

77 por cento dos gestores cristão dizem que o Banco de Portugal actuou mal neste caso

 (Adriano Miranda/PÚBLICO (arquivo))
A actuação do Banco de Portugal no caso do Banco Comercial Português (BCP) “foi má”. A opinião é de 77 por cento dos associados da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) que responderam ao barómetro mensal.

Apenas um por cento dos 88 inquiridos da amostra defende que a entidade liderada por Vítor Constâncio teve uma boa actuação e 14 por cento diz que “foi razoável”. A maioria (72 por cento) refere ainda que o auditor do banco é tão responsável como os administradores, se estes forem considerados culpados de irregularidades.

Quase todos os associados da ACEGE (93 por cento) defendem que houve interferência do poder político na apresentação da lista liderada por Santos Ferreira para a administração do BCP, que inclui o nome de Armando Vara, ex-ministro socialista.

As respostas para esta sondagem foram recolhidas entre 8 e 10 de Janeiro.

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