• Héctor Olguin numa permanente dança ambígua
  • Márcio, o mágico do basquetebol em cadeira de rodas
  • Nasceu um grande vinho do Douro
PSI20
X

Mais em Economia (26 de 34 artigos)

O ministro da Economia indicou que os poderes e deveres da Autoridade da Concorrência serão reforçados Governo aprova nova lei da Concorrência

“Governo aceitou a condição da Igreja” quanto à eliminação de feriados

26.01.2012 - 15:59 Por Lusa

O ministro da Economia afirmou nesta quinta-feira que o Governo decidiu propor a eliminação de igual número de feriados civis e religiosos porque “aceitou a condição da Igreja”, para quem era “muito importante haver simetria”.

Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, Álvaro Santos Pereira justificou a escolha do 5 de Outubro e do 1.º de Dezembro como os dois feriados civis a eliminar alegando que “não haveria muito mais alternativas”, porque o Governo não queria acabar com os feriados do 25 de Abril, do 1.º de Maio nem com o 10 de Junho, no qual pretende, aliás, fazer “uma festa nacional mais alargada”.

Questionado sobre o que levou o Governo a decidir eliminar igual número de feriados civis e religiosos, e tendo em conta que estes últimos são e continuarão a ser em maior número, o ministro da Economia respondeu: “O Governo aceitou a condição que a própria Igreja [Católica] nos disse”.

“Para a Igreja [Católica] era muito importante haver simetria, e nós concordámos que fazia sentido haver simetria [na eliminação] de feriados civis e religiosos”, acrescentou Álvaro Santos Pereira.

Os dois feriados religiosos a eliminar “serão definidos pela Comissão Paritária da Igreja, que depois transmitirá exactamente essa decisão, no âmbito da Concordata”, adiantou o ministro da Economia.

Quanto à escolha do 05 de Outubro e do 1.º de Outubro, o ministro argumentou: “Se analisarmos o calendário dos feriados civis, se não quisermos alterar o 25 de Abril e o 1.º de Maio, que nunca foi nossa intenção, só poderíamos alterar o 10 de Junho - e o 10 de Junho é um dia de Portugal, das comunidades portuguesas e é um dia que tem de ser reforçado no nosso entender”.

Segundo Álvaro Santos Pereira acrescentou que o exactamente nos momentos de crise realçarmos o orgulho de ser portugueses e realçarmos a unidade que precisamos de ter para vencermos a crise actual”.





  • 5341 leitores
  • 17 comentários

Video

URL desta Notícia

http://publico.pt/1530856

Comentário + votado

Terrorismo social, Estado laico e demagogia

Alguns de nós tem a certeza e muitos desconfiam q esta medida, mais do q aumentar a capacidade ...

pedroazevedoperes@gmail.com

26.01.2012 18:38