• Comentário do crítico Tiago Bartolomeu Costa sobre o Alkantara Festival
  • O físico de 18 anos que Obama quis conhecer
  • A crise é uma inesgotável fonte de imaginação
PSI20
X

Mais em Economia (29 de 32 artigos)

Draghi não arrisca afirmar quando terminará a crise Presidente do BCE descarta novo resgate português

Desemprego

Governo admite financiar serviços privados de emprego

23.02.2012 - 19:46 Por Lusa

<p>Secretário de Estado diz que o importante é que os desempregados sejam colocados no mercado de trabalho. </p>

Secretário de Estado diz que o importante é que os desempregados sejam colocados no mercado de trabalho.

 (Paulo Pimenta)
O Governo admite financiar “serviços privados de emprego” que coloquem no mercado de trabalho desempregados que não recebem subsídio de desemprego e conta definir até ao final do ano o enquadramento necessário para tal.

“Se se verificar, nas experiências piloto, que os serviços privados de emprego têm sucesso na colocação de desempregados não subsidiados, o Estado admite pagar a essas agências por esse serviço”, disse aos jornalistas o secretário de Estado do Emprego Pedro Martins.

O governante referiu que existem países na Europa, como a Inglaterra, que têm essa experiência, com sucesso, e defendeu que o importante é que os desempregados sejam colocados no mercado de trabalho.

“Vemos com interesse essa possibilidade e contamos ter até final do ano o enquadramento necessário para isso, embora não seja uma prioridade”, disse Pedro Martins.

O secretário de Estado falou aos jornalistas num encontro informal sobre o programa de relançamento do sistema público de emprego, hoje aprovado em Conselho de Ministros.

O Programa de Relançamento do Serviço Público de Emprego inclui oito eixos e um conjunto de medidas que visam fomentar a captação de ofertas de emprego, cooperar com parceiros para a colocação de desempregados, reestruturar a rede de Centros de Emprego e Centros de Formação Profissional, entre outras.

O Governo quer aumentar em 50% o número de colocações de trabalhadores desempregados até 2013, ou seja dar trabalho a mais 3.000 pessoas por mês.

  • 411 leitores
  • 1 comentários

Video

URL desta Notícia

http://publico.pt/1535057

Comentário + votado

Fim de tudo.

Vai tudo parar às empresas de emprego temporário. No fundo, sejamos sinceros, o IEFP não serve para ...

Nuno

23.02.2012 21:02