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Grupo de jovens faz protesto simbólico nas sedes do BPN

28.03.2011 - 07:43 Por Ana Cristina Pereira

<p>Dois promotoras da iniciativa depois da colagem de cartazes</p>

Dois promotoras da iniciativa depois da colagem de cartazes

 (Fernando Veludo/nFACTOS)
A mensagem foi colada, às cinco da manhã, no vidro da sede do BPN no Porto: “O vosso roubo custou 13 milhões de salários mínimos”.

A cena repetiu-se em dez cidades por volta da mesma hora – um pouco mais cedo em Braga. Assinado: “E o povo, pá? eopovopa.wordpress.com”. Um comunicado explica a opção deste grupo de dezenas de jovens pela clandestinidade: “Não importa quem somos, mas aquilo que nos junta. Somos gente farta da falta de oportunidades e cansada do discurso mentiroso que afirma que ‘não há outro caminho’. Somos gente cujo investimento e sacrifício dos pais na nossa educação resultou em desemprego e precariedade.”

O que querem? “Vimos dizer que não nos tomem por parvos.” Porquê este banco? “Quando falamos do buraco nas contas públicas deixado pelo BPN referimo-nos a 6500 milhões de euros, ou seja, mais de 13 milhões de salários mínimos.” O PÚBLICO acompanhou toda a acção no Porto.

Notícia alterada às 13h19. Reportagem, amanhã, na edição impressa.

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