Proença admite que possa haver desfiliações de delegados e dirigentes de sindicatos afectos à UGT
(Foto: Enric Vives-Rubio)O secretário-geral da UGT, João Proença, alegou hoje desconhecer casos de delegados e dirigentes sindicais que se tenham desfiliado da estrutura para se filiarem na CGTP, depois da assinatura do acordo de concertação social.
João Proença reagia às declarações do secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, que afirmou hoje, no Porto, que “delegados e dirigentes sindicais de alguns sindicatos da UGT se desfiliaram e se filiaram” em estruturas afectas à CGTP.
O secretário-geral da UGT admitiu que possa haver desfiliações de delegados e dirigentes de sindicatos afectos à estrutura e que se tenham filiado na CGTP, mas alegou desconhecer casos concretos quando instado pela Lusa sobre se conhecia algum.
O acordo de concertação social, alcançado em Janeiro entre Governo e parceiros sociais, foi assinado pela UGT. A CGTP não o assinou, por, nas palavras de Arménio Carlos, representar um regresso ao “feudalismo” e fazer “aumentar a exploração, a desigualdade e a pobreza”.



