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Condições de financiamento do Estado português aliviam

Apedrejamentos durante a madrugada

Paralisação de camionistas não afecta trânsito

14.03.2011 - 10:13 Por Paulo Miguel Madeira

<p>Há algumas concentrações de camionistas</p>

Há algumas concentrações de camionistas

 (Nelson Garrido)
A GNR registou vários apedrejamentos hoje de madrugada contra veículos pesados de mercadorias e de passageiros (autocarros) que circulavam nas auto-estradas, mas desde a manhã que não há qualquer incidente e a circulação processava-se com normalidade em todo o país.

Há vários pontos de concentração de camionistas no país, na sequência da greve por tempo indeterminado decretada desde a meia-noite de hoje por várias associações de transportadores rodoviários, mas sem que estivesse a ser impedida a circulação em qualquer deles, segundo disse ao PÚBLICO o porta-voz da GNR, tenente-coronel Costa Lima.

Os incidentes da madrugada provocaram ferimentos ligeiros numa criança, quando um autocarro de passageiros foi atingido por uma pedra, na A23, perto de Torres Novas. A criança foi hospitalizada. Há também notícia de apedrejamentos na A1, A2, A17 e IC2, sempre a pesados de mercadorias ou passageiros em circulação, mas a GNR não informou dos respectivos locais, mas sem registo de feridos.

“O trânsito processa-se com a normalidade de uma segunda-feira de manhã de regresso ao trabalho”, disse Costa Lima ao PÚBLICO.

Há notícia de concentrações de camionistas no Carregado (junto à A1, próximo de Lisboa) e na Estrada Nacional (EN) 13, próximo do cruzamento das Guardeiras.

No Carregado, onde havia um piquete de camionistas na rotunda ao início da manhã, onde têm estado a pedir aos camionistas para parar para aderirem ao protesto. Um dos elementos do piquete, Ricardo Lobato, disse à Lusa que se registou um incidente quando “alguém mandou uma pedra a um camião e partiu um vidro”. No entanto, garantiu que “não foi ninguém do piquete” e sublinhou que nem sequer falaram com o camionista em questão.

Os camionistas protestam contra o aumento do preço de portagens e de combustíveis. Numa reunião com o Governo ontem à noite, e que acabou já pela uma da manhã, não houve acordo. A principal divergência foi a redução dos custos com o combustível.

A paralisação dos transportadores rodoviários pesados foi convocada pela Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA) e pela Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), com o apoio da Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM).

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Já tiveram tempo

Os nossos governos incompetentes e corruptos já tiveram muito tempo para alterar a desastrosa ...

zepagode

14.03.2011 13:06