PSI20
X

Mais em Economia (5 de 8 artigos)

Ontem, cerca de 17.000 pessoas participaram em manifestações em Atenas Manifestação contra a austeridade na Grécia junta cerca de 7000 pessoas

Ajuda externa

Presidente alemão diz que é demasiado cedo para flexibilizar programa português

11.02.2012 - 12:09 Por Lusa

<p>Christian Wulff insistiu na importância da credibilidade</p>

Christian Wulff insistiu na importância da credibilidade

 (Thomas Peter/Reuters)
O Presidente alemão, Christian Wulff, defendeu neste sábado que “há sempre espaço para adaptação” das condições do programa de assistência financeira, mas não numa fase inicial, porque isso poderia “diminuir a confiança” dos mercados.

Na conferência de imprensa conjunta do encontro dos chefes de Estado sem poderes executivos, em Helsínquia, Christian Wulff defendeu que “a assistência depende de certas condições” e que é preciso ser “rigoroso” a “exigir a implementação dessas condições”.

“Uma vez alcançadas as condições atempadamente podemos sempre ter isso em consideração. Mas começar numa fase muito inicial a ser flexível relativamente às condições estabelecidas, penso que se corre o risco de diminuir a confiança e o sentimento de confiança nos mercados”, sustentou.

Wulff respondia sobre se um eventual ajustamento ao programa português não deveria avançar já para conseguir atenuar os efeitos sociais na população portuguesa e permitir crescimento económico. “Precisamos de estabilidade, precisamos de credibilidade, previsibilidade. Uma vez alcançado isso, há sempre espaço para adaptação, mas não numa fase demasiado prematura”, defendeu, referindo que os países não podem individualmente modificar as condições da assistência financeira.

Christian Wulff insistiu na ideia de que se mostrado um “elevado grau de flexibilidade relativamente a essas condições, isso não beneficia o aumento do sentimento de confiança dos mercados”.

Integram actualmente o designado grupo de Arraiolos Portugal, Alemanha, Letónia, Finlândia, Itália, Áustria, Polónia, Hungria e Eslovénia. O grupo de Arraiolos deve o seu nome à realização naquela localidade alentejana da primeira reunião, em 2003, por iniciativa do então Presidente Jorge Sampaio.

  • 1056 leitores
  • 2 comentários

Video

URL desta Notícia

http://publico.pt/1533280

Comentário + votado

:(

já tudo manda neste pais...

Maria Lourenço

12.02.2012 12:08