"Esmagadora maioria das agências não abriram" as portas, segundo afirmou Manuela Graça, do Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD
"As que abriram, fizeram-no em precárias condições de segurança e recorrendo a trabalhadores com vínculo precário e até mesmo a estagiários", avançou Manuela Graça, responsável do Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD. Em comunicado, esta responsável defende que a a percentagem global de adesão situa-se nos 80 por cento. Também os serviços centrais "funcionaram de forma muito reduzida e essencialmente à base de trabalhadores em regime de outsourcing", lê-se no mesmo documento.
Ao PÚBLICO, Manuela Graça não conseguiu avançar o número exacto de balcões do banco estatal que estavam encerrados (ao todo, são cerca de 900). Adiantou, no entanto, que, no caso dos que abriram, muitos apenas estão em condições de "prestar informações", não podendo fazer operações, como depósitos de dinheiro ou de cheques.



