• Reino Unido e Alemanha estão à procura de médicos e enfermeiros portugueses
  • Veja o que vai mudar no centro de Lisboa
  • Navegar num veleiro português com 75 anos
PSI20
X

Mais em Economia (27 de 36 artigos)

Zeinal Bava desafia Telefónica a respeitar decisão dos accionistas

Aumento de 0,2 pontos percentuais face ao quarto trimestre

Taxa de poupança das famílias continua a aumentar

29.06.2010 - 13:29 Por Lusa

A taxa de poupança das famílias continuou a aumentar no primeiro trimestre de 2010, mas menos que nos meses anteriores, situando-se em 10,7 por cento do rendimento disponível, indicam as contas trimestrais do INE.

Este valor representa mais 0,2 pontos percentuais relativamente ao quarto trimestre de 2009 (quando a taxa estava em 10,5 por cento) e mais 1,4 pontos percentuais do que no terceiro trimestre (quando estava em 9,3 por cento), adianta o Instituto Nacional de Estatística.

O INE explica que “os recursos gerados pela poupança conjuntamente com o saldo positivo das transferências de capital recebidos pelo sector das famílias, associados ao decréscimo do investimento (...) conduziu à melhoria da capacidade de financiamento deste sector, cujo peso no PIB se situou em 4,7 por cento no primeiro trimestre de 2010”.

A necessidade de financiamento da economia diminuiu no primeiro trimestre de 2010 para 8,7 por cento do PIB face aos 9,3 por cento registados nos três meses anteriores. Esta redução reflecte a melhoria dos saldos dos vários sectores, com excepção das sociedades financeiras, que viram a sua capacidade de financiamento cair de 2,5 para 1,6 por cento do PIB, entre o quarto trimestre de 2009 e o primeiro trimestre de 2010.

Já o sector das sociedades não-financeiras registou uma melhoria do seu saldo, que passou de -6,8 para -6,0 por cento do PIB, reflectindo o decréscimo do investimento.

A necessidade de financiamento das administrações públicas apresentou uma pequena melhoria de 0,3 pontos percentuais, atingindo 9,0 por cento do PIB no primeiro trimestre de 2009.

De acordo com o INE, esta evolução “está sobretudo associada a uma redução menos intensa dos impostos sobre o rendimento e o património”.

  • 46 leitores
  • 0 comentários

Video

URL desta Notícia

http://publico.pt/1444387

Comentário + votado